sábado, 21 de janeiro de 2012

Por que sentimos choques no cotovelo?

No cotovelo existe uma região muito sensível no lado interno do osso do braço, ao lado do epicôndilo interno do úmero. Nesse ponto, um nervo corre desprotegido, diretamente sob a pele. Esse nervo ulnar é responsável, entre outros, pela pele e por diversos músculos do antebraço, até o dedo mínimo. Uma pancada nessa região faz com que o nervo “dê choques” descontrolados, ou seja, produza impulsos nervosos. Comparável a uma descarga elétrica, um formigamento mais ou menos doloroso se estende ao longo do lado interno do antebraço até o dedo mínimo. Em geral, a sensação desagradável desaparece após alguns minutos, mas contusões fortes também podem provocar sensações mais demoradas.


segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Mistérios do Universo

O Universo surgiu há cerca de 14 bilhões de anos, a partir de uma gigantesca explosão conhecida como Big Bang. Por isso não é possível detectar nenhuma radiação mais antiga do que isso. Então, nenhuma luz que chega até nós no espaço sideral pode ter percorrido mais do que 14 bilhões de anos-luz. Isso não significa, porém, que a essa distância o Universo chegue ao fim. O Universo pode ser maior do que a região abrangida pelos telescópios; talvez seja até infinito.


Até hoje os astrônomos ao podem afirmar se o Universo é finito ou infinito. A maioria das observações realizadas aponta para o infinito; no entanto o Universo também poderia ser finito. Mas, mesmo neste caso, ele não teria bordas. Resumindo, o Universo seria tão curvo que pareceria uma esfera. E, tal como uma esfera, o Universo, mesmo que ilimitado, teria um volume finito.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Nova Era do Gelo pode começar na Europa

A corrente marítima para a Europa é a do Golfo. Seu nome foi dado por Benjamin Franklin, porque a água no Golfo do México sofre um forte aumento de temperatura e, em seguida, flui para o norte ao longo da casta norte-americana. Considerada uma das correntes superficiais marítimas mais fortes do planeta, a corrente do Golfo leva a água quente pelo Atlântico em direção à Europa, onde tem o nome oficial de corrente do Atlântico Norte. Lá ela se divide para oeste, em direção à Islândia; para o norte, em direção às Ilhas Britânicas e depois para a Noruega; e para sudeste, ao longo da costa atlântica da França e da Península Ibérica. Essa corrente é responsável pelo clima ameno do norte e do oeste da Europa, pois ao longo de sua viagem ela carrega consigo cerca de 1 bilhão de megawatts. Esse valor corresponde à força de aproximadamente 1 milhão de usinas nucleares.




Por mais paradoxal que pareça, o aquecimento global poderia acarretar o resfriamento da Europa. Alguns especialistas em clima chegam a considerar possível a chegada de uma nova era do gelo do continente. Causa: a corrente do Golfo deixaria de existir e a Europa perderia seu aquecimento natural. A corrente do Golfo poderia mesmo parar de circular porque, por meio do aquecimento dos mares, as massas de água que correm para o norte não serão mais resfriadas o suficiente. E se a água fria e pesada acabasse o motor da Corrente do Golfo pararia de funcionar.

Como funciona o bafômetro?



Quando os motoristas precisam “soprar no canudinho”, um sensor eletroquímico mede a quantidade de álcool etílico (etanol) no ar respiratório. O etanol reage quimicamente com um eletrodo, quase sempre de platina, e oxida, formando ácido acético. Este, por sua vez, libera alguns elétrons e provoca uma corrente. Quanto mais etanol é exalado, maior é a corrente. Para que o valor corresponda ao teor de álcool no sangue, o último drinque deve ter sido tomado 20 minutos antes e o esôfago ventilado. Fumaça de cigarro no ar ou acetona nos diabéticos influenciam o resultado.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012


Fontes de energia inexploradas:
Pilha microbiológica

Energia e suas diversas formas podem ser encontradas por toda a natureza – em bactérias e até nas marés. Hoje os cientistas estão pesquisando intensivamente quais processos químicos, biológicos e físicos poderiam ser úteis para a produção de energia ou de combustíveis.
Nesse campo existem tanto ideias espetaculares quanto polêmicas. Materiais especiais podem converter em energia o calor da luz solar e, aparentemente, bolhas estourando dentro de um vidro proporcionariam a fusão de núcleos atômicos. Dessa maneira, a questão da energia estaria finalmente solucionada. Infelizmente, ainda não foi divulgada uma comprovação definitiva de tal efeito.
Por outro lado, micróbios encontrados no estômago das vacas são mesmo capazes de gerar energia a partir de restos vegetais. Um teste conduzido por cientistas norte-americanos,isolou uma colônia desse tipo de bactéria, utilizando celulose como combustível e os microrganismos do estômago de uma vaca, produziu por vários dias uma tensão de 600 milivolts. Esses microrganismos são encontrados no rúmen, no qual auxiliam na digestão dos alimentos ingeridos. No trato digestivo construído em laboratório, prótons dentro de um vidro e elétrons, através de um cabo associado, se deslocavam, passando por uma membrana, de um lado para o outro dessa pilha microbiológica. Apesar de baixa eficácia, os pesquisadores esperam um uso significativo. Assim, nas regiões rurais, palha e restos de colheita armazenados em grandes tanques poderiam ser transformados em energia elétrica. E se houver pecuárias na região, melhor, pois os micróbios necessários estariam disponíveis para uso.